Teces com calma e paciência o fio da vida humana,
fatal Cloto.
Assenta a urdidura sem mínima falha,
Láquesis...filha de Jove.
Traças com teus dedos delicados e impiedosos o porvir dos mortais
Átropos, senhora do futuro.
Selando por fim a tragédia humana...
Herdeira da memória Olimpiana.
Vós Parcas, detêm em vosso tear,
as cores das dores dos mortais.
E tecendo, distribuem lágrimas e desespero,
selando seus destinos.
Nana B.Poetisa



Belíssima postagem Nana!
ResponderExcluirBjs
Obrigado, querido.
ResponderExcluirCriei esse poema, para a edição recém lançada, da revista de minha amiga Raven...Flores do Lado de cima.
Beijinhos sombrios.
lindo naninha!!
ResponderExcluirsaudaddonaaas
Muito bom como sempre querida amiga....
ResponderExcluirParabéns! Um poema urdido com requintes de mitologia... belíssimo blog! 1 abraço,
ResponderExcluirthe Osmar
Aninha, Eddy...obrigado pelo carinho com meu trabalho, queridos amigos.
ResponderExcluirAmo vcs, demais!
Agradeço por seu comentário, e pelo carinho.
ResponderExcluirDe fato, minha alma sempre teve o peso da inspiração mitológica...é inerente a mim.
Seja sempre muito bem vindo.
Você traçou bem uma lenda grega famosa em seu poema. Parabéns.
ResponderExcluirGosto muito dessa coisa do destino personificado, que a mitologia tem.
ResponderExcluirObrigado, mais uma vez...Mensageiro!
Nossa, belíssimo! Tu brinca com a mitologia, ehin, Bee?! Huahuaha! E com as palavras! Forte e intenso. Adorei!
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